Fundada em 2009, a Baluart é uma produtora cultural baiana dedicada a transformar ideias em projetos, com atuação na criação, desenvolvimento e gestão de iniciativas nas áreas de artes visuais, audiovisual, literatura e música
Fundada em 2009, a Baluart é uma produtora cultural baiana dedicada a transformar ideias em projetos, com atuação na criação, desenvolvimento e gestão de iniciativas nas áreas de artes visuais, audiovisual, literatura e música
Edição do icónico festival de música RECBEAT em Salvador. Realizado com patrocínio da Oi Futuro e da Cervejaria Heineken via Fazcultura. Provocamos encontro de nomes da música contemporânea de Pernambuco e Bahia, a exemplo de Jossyara (PE) com Martins (BA), Johnny Hooker (PE) com Nêssa (BA) e Melly (BA)com Joyce Alane(PE).
Edição do icónico festival de música RECBEAT em Salvador. Realizado com patrocínio da Oi Futuro e da Cervejaria Heineken via Fazcultura. Provocamos encontro de nomes da música contemporânea de Pernambuco e Bahia, a exemplo de Jossyara (PE) com Martins (BA), Johnny Hooker (PE) com Nêssa (BA) e Melly (BA)com Joyce Alane(PE).
O curso virtual “Laboratório Rumpilezzinho – Uma Metodologia de Letieres Leite” tem como finalidade disseminar metodologias de análise e estudo musical desenvolvidas no método Universo Percussivo Baiano (UPB), idealizado pelo maestro e educador Letieres Leite (1959–2021). Voltado a jovens músicos e profissionais, o Programa Rumpilezzinho promove a pesquisa das matrizes musicais e culturais afro-brasileiras, com o propósito de compartilhar conhecimentos, expandir referências artísticas e culturais, qualificar jovens musicistas como sujeitos de memória e potencial profissional para inserção no mercado.
Este projeto foi realizado sob a liderança da colaboradora Lívia Cunha, representando a Baluart Produtora, e contou com o patrocínio da TAG – Transportadora Associada de Gás Natural, Natura Musical e o apoio do Governo do Estado da Bahia, através do Fazcultura, SECULTBA e Secretaria da Fazenda.
O curso virtual “Laboratório Rumpilezzinho – Uma Metodologia de Letieres Leite” tem como finalidade disseminar metodologias de análise e estudo musical desenvolvidas no método Universo Percussivo Baiano (UPB), idealizado pelo maestro e educador Letieres Leite (1959–2021). Voltado a jovens músicos e profissionais, o Programa Rumpilezzinho promove a pesquisa das matrizes musicais e culturais afro-brasileiras, com o propósito de compartilhar conhecimentos, expandir referências artísticas e culturais, qualificar jovens musicistas como sujeitos de memória e potencial profissional para inserção no mercado.
Este projeto foi realizado sob a liderança da colaboradora Lívia Cunha, representando a Baluart Produtora, e contou com o patrocínio da TAG – Transportadora Associada de Gás Natural, Natura Musical e o apoio do Governo do Estado da Bahia, através do Fazcultura, SECULTBA e Secretaria da Fazenda.
O projeto Formação de VJs Baianes ofereceu duas oficinas virtuais, intituladas “Criação Visual e Intervenção Urbana”, voltadas para artistas visuais baianos ou residentes no estado. Com 20 vagas disponíveis, as oficinas atraíram inscrições de artistas de diversas áreas das artes visuais, como design, 3D, fotografia, pintura, grafite, ilustração e vídeo. Na seleção, foi dada prioridade a mulheres, pessoas LGBTQIA+ e membros de entidades de arte-educação.
A conclusão do ciclo formativo foi marcada por uma mostra itinerante no Centro Histórico de Salvador, onde as criações dos participantes foram exibidas em intervenções visuais projetadas em portas, paredes e empenas, proporcionando uma experiência imersiva na arte urbana e no resgate das memórias locais. O projeto contou com o patrocínio da Bahiagás e apoio do Governo do Estado da Bahia.
O projeto Formação de VJs Baianes ofereceu duas oficinas virtuais, intituladas “Criação Visual e Intervenção Urbana”, voltadas para artistas visuais baianos ou residentes no estado. Com 20 vagas disponíveis, as oficinas atraíram inscrições de artistas de diversas áreas das artes visuais, como design, 3D, fotografia, pintura, grafite, ilustração e vídeo. Na seleção, foi dada prioridade a mulheres, pessoas LGBTQIA+ e membros de entidades de arte-educação.
A conclusão do ciclo formativo foi marcada por uma mostra itinerante no Centro Histórico de Salvador, onde as criações dos participantes foram exibidas em intervenções visuais projetadas em portas, paredes e empenas, proporcionando uma experiência imersiva na arte urbana e no resgate das memórias locais. O projeto contou com o patrocínio da Bahiagás e apoio do Governo do Estado da Bahia.
A mostra BA Mapping, criada para celebrar o bicentenário da independência do Brasil, teve como objetivo exaltar a participação histórica do povo de Itaparica nas lutas pela emancipação do país.
A proposta incluiu a criação de um videomapping inédito, intitulado Itaparica – o Dia da Criação, desenvolvido pelo VJ Cayetano com consultoria de Felipe Brito, e projetado na fachada da Igreja do Santíssimo Sacramento.
O evento também contou com o Rolé Literário Viva o Povo Brasileiro, um passeio guiado que levou os participantes a pontos históricos da cidade, explorando a obra do escritor João Ubaldo Ribeiro e sua relação com os espaços simbólicos de Itaparica.
O projeto foi realizado com o apoio da Secretaria de Turismo e Cultura do Município de Itaparica e patrocinado pela Secretaria de Turismo da Bahia, por meio do edital 02/22.
A mostra BA Mapping, criada para celebrar o bicentenário da independência do Brasil, teve como objetivo exaltar a participação histórica do povo de Itaparica nas lutas pela emancipação do país.
A proposta incluiu a criação de um videomapping inédito, intitulado Itaparica – o Dia da Criação, desenvolvido pelo VJ Cayetano com consultoria de Felipe Brito, e projetado na fachada da Igreja do Santíssimo Sacramento.
O evento também contou com o Rolé Literário Viva o Povo Brasileiro, um passeio guiado que levou os participantes a pontos históricos da cidade, explorando a obra do escritor João Ubaldo Ribeiro e sua relação com os espaços simbólicos de Itaparica.
O projeto foi realizado com o apoio da Secretaria de Turismo e Cultura do Município de Itaparica e patrocinado pela Secretaria de Turismo da Bahia, por meio do edital 02/22.
O projeto ‘Percursos da Leitura na Bahia’, coordenado pelo Coletivo Oxe, realizou um mapeamento inédito das ações de incentivo à leitura em todo o estado, com o objetivo de reunir e difundir iniciativas voltadas à promoção da leitura, do livro e da literatura. Foram mapeados 89 projetos, instituições e agentes que contribuem para a cadeia produtiva do livro e da leitura em 21 territórios baianos. Desses, 12 foram selecionados para participar do I Festival de Leitura na Bahia, realizado de forma online, com atividades de formação, fruição e difusão da leitura. O projeto é desenvolvido em parceria com o Coletivo Oxe – Leitura Baiana Contemporânea e o IFBA – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, com patrocínio via Lei Aldir Blanc.
O projeto ‘Percursos da Leitura na Bahia’, coordenado pelo Coletivo Oxe, realizou um mapeamento inédito das ações de incentivo à leitura em todo o estado, com o objetivo de reunir e difundir iniciativas voltadas à promoção da leitura, do livro e da literatura. Foram mapeados 89 projetos, instituições e agentes que contribuem para a cadeia produtiva do livro e da leitura em 21 territórios baianos. Desses, 12 foram selecionados para participar do I Festival de Leitura na Bahia, realizado de forma online, com atividades de formação, fruição e difusão da leitura. O projeto é desenvolvido em parceria com o Coletivo Oxe – Leitura Baiana Contemporânea e o IFBA – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, com patrocínio via Lei Aldir Blanc.
Em 2019, o projeto InstruMentes revitalizou o Coaty, transformando-o em um núcleo de experimentação sonora. Após três anos fechado, o espaço reabriu com uma programação que incluiu residências artísticas, oficinas, exposições interativas e apresentações abertas. Seis artistas de quatro estados brasileiros participaram de residências, criando instalações sonoras site-specific. A exposição resultante atraiu mais de 1.500 visitantes, incluindo 500 alunos de escolas públicas e projetos sociais, além de ser documentada em uma websérie de três episódios disponível no YouTube.
O projeto também ofereceu oficinas a mais de 60 jovens de iniciativas como Projeto Axé, Didá, Rumpilezzinho, Quabales, Pracatum e NEOJIBA, e promoveu apresentações com 50 artistas locais e convidados, reunindo mais de 1.350 pessoas. Financiado pelo Rumos Itaú Cultural e pela Fundação Gregório de Matos, o InstruMentes reforçou a importância da experimentação sonora, da mediação cultural e da ocupação criativa de espaços culturais.
Em 2019, o projeto InstruMentes revitalizou o Coaty, transformando-o em um núcleo de experimentação sonora. Após três anos fechado, o espaço reabriu com uma programação que incluiu residências artísticas, oficinas, exposições interativas e apresentações abertas. Seis artistas de quatro estados brasileiros participaram de residências, criando instalações sonoras site-specific. A exposição resultante atraiu mais de 1.500 visitantes, incluindo 500 alunos de escolas públicas e projetos sociais, além de ser documentada em uma websérie de três episódios disponível no YouTube.
O projeto também ofereceu oficinas a mais de 60 jovens de iniciativas como Projeto Axé, Didá, Rumpilezzinho, Quabales, Pracatum e NEOJIBA, e promoveu apresentações com 50 artistas locais e convidados, reunindo mais de 1.350 pessoas. Financiado pelo Rumos Itaú Cultural e pela Fundação Gregório de Matos, o InstruMentes reforçou a importância da experimentação sonora, da mediação cultural e da ocupação criativa de espaços culturais.
A produtora Gameleira Artes Integradas idealizou e convidou a Baluart Produtora para trazer à cena baiana o “Tristes, Loucas e Más: Festival de Mulheres em Cena”, com o objetivo de difundir e estimular a produção cênica contemporânea de artistas mulheres da Bahia. Em 2017, o festival contou com uma programação gratuita que incluiu oficinas, apresentações de 14 solos, conversas temáticas e um espaço de convivência, realizadas na Casa Benin, nas ruas do Centro Histórico de Salvador, no Centro Cultural Barroquinha e no Teatro Gregório de Mattos.
Patrocinado pela CAIXA, através do Programa Caixa de Apoio a Festivais de Teatro e Dança 2017, o evento teve como inspiração o livro Tristes, Loucas e Más – A História das Mulheres e seus Médicos desde 1800, da escritora polaca Lisa Appignanesi, que aborda a construção histórica da relação entre mulheres e a psiquiatria. O festival foi concebido como um ato político de visibilidade para as mulheres, destacando o potencial transformador das poéticas e temáticas presentes nas produções artísticas femininas.
A produtora Gameleira Artes Integradas idealizou e convidou a Baluart Produtora para trazer à cena baiana o “Tristes, Loucas e Más: Festival de Mulheres em Cena”, com o objetivo de difundir e estimular a produção cênica contemporânea de artistas mulheres da Bahia. Em 2017, o festival contou com uma programação gratuita que incluiu oficinas, apresentações de 14 solos, conversas temáticas e um espaço de convivência, realizadas na Casa Benin, nas ruas do Centro Histórico de Salvador, no Centro Cultural Barroquinha e no Teatro Gregório de Mattos.
Patrocinado pela CAIXA, através do Programa Caixa de Apoio a Festivais de Teatro e Dança 2017, o evento teve como inspiração o livro Tristes, Loucas e Más – A História das Mulheres e seus Médicos desde 1800, da escritora polaca Lisa Appignanesi, que aborda a construção histórica da relação entre mulheres e a psiquiatria. O festival foi concebido como um ato político de visibilidade para as mulheres, destacando o potencial transformador das poéticas e temáticas presentes nas produções artísticas femininas.
Em 2017, o primeiro aniversário da reinauguração da Concha Acústica do Teatro Castro Alves foi celebrado com o show “Estratosférica” de Gal Costa. O repertório incluiu grandes sucessos da cantora, como “Vapor Barato”, “Pérola Negra”, “Como 2 e 2” e “Meu Nome é Gal”, além de canções do álbum “Estratosférica”, lançado em 2015. O disco traz composições inéditas de novos nomes, como Marcelo Camelo, Mallu Magalhães e Criolo, e de artistas consagrados, como Tom Zé, Milton Nascimento e Caetano Veloso. Antes de Gal Costa, subiram ao palco a DJ Nara Gil, com suas pick-ups, e a cantora Márcia Castro, representando a nova geração. A realização do evento foi da Baluart Produtora e 2Associadas, com apoio da Bahiatursa.
Em 2017, o primeiro aniversário da reinauguração da Concha Acústica do Teatro Castro Alves foi celebrado com o show “Estratosférica” de Gal Costa. O repertório incluiu grandes sucessos da cantora, como “Vapor Barato”, “Pérola Negra”, “Como 2 e 2” e “Meu Nome é Gal”, além de canções do álbum “Estratosférica”, lançado em 2015. O disco traz composições inéditas de novos nomes, como Marcelo Camelo, Mallu Magalhães e Criolo, e de artistas consagrados, como Tom Zé, Milton Nascimento e Caetano Veloso. Antes de Gal Costa, subiram ao palco a DJ Nara Gil, com suas pick-ups, e a cantora Márcia Castro, representando a nova geração. A realização do evento foi da Baluart Produtora e 2Associadas, com apoio da Bahiatursa.
Por meio do edital Agitação Cultural, promovido pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SECULT) em parceria com o Centro de Cultura e Ética Mirante do Solar, realizamos o Festival Ilha da Música no Mirante do Solar. Entre janeiro e junho de 2016, o evento teve dez edições, destacando músicos baianos como Bule-Bule, Roberto Mendes, Jana Vasconcellos, João Omar, o grupo feirense Quaternária, Tito Pereira, a banda Saggaroots, o Grupo Pirombeira, Matita Perê, Skanibais e a dupla Jana Vasconcellos e Priscila Magalhães.
Por meio do edital Agitação Cultural, promovido pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SECULT) em parceria com o Centro de Cultura e Ética Mirante do Solar, realizamos o Festival Ilha da Música no Mirante do Solar. Entre janeiro e junho de 2016, o evento teve dez edições, destacando músicos baianos como Bule-Bule, Roberto Mendes, Jana Vasconcellos, João Omar, o grupo feirense Quaternária, Tito Pereira, a banda Saggaroots, o Grupo Pirombeira, Matita Perê, Skanibais e a dupla Jana Vasconcellos e Priscila Magalhães.
O Sonora – Ciclo Internacional de Compositoras é um festival que destaca o protagonismo feminino na música, promovendo a valorização de mulheres como compositoras, intérpretes e criadoras. O festival foi criado a partir da hashtag #mulherescriando, idealizada pela compositora mineira Deh Mussulini, com o objetivo de divulgar o trabalho autoral de mulheres e conectar artistas ao redor do mundo, promovendo a diversidade de gêneros e estilos musicais.
Realizado de forma independente, o Sonora aconteceu em 2016 em 20 cidades de diferentes países, como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Buenos Aires, Lisboa, Barcelona e Dublin. Em Salvador, a programação contou com apresentações de compositoras como Alexandra, Aline Lobo, Emillie Lapa, Mo Maiê, Zinha Franco, Verona Reis, Jadsa Castro, Seraina Gratwohl, Laila Rosa, Josyara, Ana Luisa Barral, Neila Kadhi, Aline Falcão e Camila Jatobá. Os shows foram realizados em duplas, que interpretaram canções autorais com arranjos criados especialmente para o festival. Cada apresentação teve a participação de artistas convidados, e o encerramento ofereceu um palco aberto para compositoras que desejaram compartilhar seus trabalhos.
O Sonora – Ciclo Internacional de Compositoras é um festival que destaca o protagonismo feminino na música, promovendo a valorização de mulheres como compositoras, intérpretes e criadoras. O festival foi criado a partir da hashtag #mulherescriando, idealizada pela compositora mineira Deh Mussulini, com o objetivo de divulgar o trabalho autoral de mulheres e conectar artistas ao redor do mundo, promovendo a diversidade de gêneros e estilos musicais.
Realizado de forma independente, o Sonora aconteceu em 2016 em 20 cidades de diferentes países, como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Buenos Aires, Lisboa, Barcelona e Dublin. Em Salvador, a programação contou com apresentações de compositoras como Alexandra, Aline Lobo, Emillie Lapa, Mo Maiê, Zinha Franco, Verona Reis, Jadsa Castro, Seraina Gratwohl, Laila Rosa, Josyara, Ana Luisa Barral, Neila Kadhi, Aline Falcão e Camila Jatobá. Os shows foram realizados em duplas, que interpretaram canções autorais com arranjos criados especialmente para o festival. Cada apresentação teve a participação de artistas convidados, e o encerramento ofereceu um palco aberto para compositoras que desejaram compartilhar seus trabalhos.
O II Seminário Internacional Desfazendo Gênero, realizado entre os dias 4 e 7 de setembro de 2015 na Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Salvador, foi um marco nos debates sobre sexualidade e gênero no Brasil. Pela primeira vez, o evento trouxe ao país a renomada filósofa estadunidense Judith Butler, que realizou a conferência de abertura, consolidando o seminário como referência internacional. Com o tema “Ativismos das Dissidências Sexuais e de Gênero”, a segunda edição reuniu cerca de 1.500 pesquisadoras(es) e ativistas do Brasil e do exterior, oferecendo uma programação ampla e diversificada. O seminário contou com seis mesas redondas, 71 simpósios temáticos, 25 minicursos e 25 oficinas, além de apresentações de pôsteres, performances artísticas, música, teatro e outras atividades culturais. Esse encontro plural se destacou como um espaço de produção de saberes e reflexões sobre as múltiplas experiências dissidentes de sexualidade e gênero, reafirmando sua relevância no cenário acadêmico e ativista.
O II Seminário Internacional Desfazendo Gênero, realizado entre os dias 4 e 7 de setembro de 2015 na Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Salvador, foi um marco nos debates sobre sexualidade e gênero no Brasil. Pela primeira vez, o evento trouxe ao país a renomada filósofa estadunidense Judith Butler, que realizou a conferência de abertura, consolidando o seminário como referência internacional. Com o tema “Ativismos das Dissidências Sexuais e de Gênero”, a segunda edição reuniu cerca de 1.500 pesquisadoras(es) e ativistas do Brasil e do exterior, oferecendo uma programação ampla e diversificada. O seminário contou com seis mesas redondas, 71 simpósios temáticos, 25 minicursos e 25 oficinas, além de apresentações de pôsteres, performances artísticas, música, teatro e outras atividades culturais. Esse encontro plural se destacou como um espaço de produção de saberes e reflexões sobre as múltiplas experiências dissidentes de sexualidade e gênero, reafirmando sua relevância no cenário acadêmico e ativista.
A 3ª Bienal da Bahia, retomada após 46 anos desde sua última edição em 1968, ocorreu em 2014 com o tema “É tudo Nordeste?”. Em 100 dias de programação, o evento reuniu cerca de 150 atividades e 180 artistas baianos, brasileiros e estrangeiros, em exposições, performances, ciclos de filmes e atividades educativas, distribuídas por mais de 20 cidades da Bahia. Complementando a programação, cerca de 20 obras da mostra itinerante “No Litoral é Assim” circularam pelas cidades de Juazeiro, Alagoinhas, Feira de Santana e Vitória da Conquista, ampliando o alcance da Bienal em todo o estado. Sob a coordenação do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM) e promovida pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, em convênio com a Fundação Hansen Bahia e o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), a Bienal ocupou espaços tradicionais, como museus e centros culturais, além de locais menos convencionais, incluindo a Biblioteca Pública do Estado, universidades e diversos espaços expositivos no interior.
A 3ª Bienal da Bahia, retomada após 46 anos desde sua última edição em 1968, ocorreu em 2014 com o tema “É tudo Nordeste?”. Em 100 dias de programação, o evento reuniu cerca de 150 atividades e 180 artistas baianos, brasileiros e estrangeiros, em exposições, performances, ciclos de filmes e atividades educativas, distribuídas por mais de 20 cidades da Bahia. Complementando a programação, cerca de 20 obras da mostra itinerante “No Litoral é Assim” circularam pelas cidades de Juazeiro, Alagoinhas, Feira de Santana e Vitória da Conquista, ampliando o alcance da Bienal em todo o estado. Sob a coordenação do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM) e promovida pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, em convênio com a Fundação Hansen Bahia e o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), a Bienal ocupou espaços tradicionais, como museus e centros culturais, além de locais menos convencionais, incluindo a Biblioteca Pública do Estado, universidades e diversos espaços expositivos no interior.
A exposição fotográfica ‘Caboclos de Itaparica’ apresenta o trabalho do coletivo Galeria do Olhar – Gal Meirelles, Paulo Lima, Patrícia Carmo e Armando Correia Ribeiro –, que retratou o grupo ‘Os Guaranis’, guardião da festa do Caboclo Tupinambá, celebrada anualmente em 7 de janeiro em Itaparica, em homenagem à independência da Bahia e do Brasil. A curadoria da exposição é de Justino Marinho. A mostra ocupou as ruas e praças de Itaparica com painéis fotográficos e também foi exibida na Biblioteca Juracy Magalhães Júnior. Em seguida, foi apresentada na galeria Pierre Verger, acompanhada do vídeo ‘A Exaltação Festiva da Mestiçagem, Os Caboclos de Itaparica’, um bate-papo e uma performance de videomapping na fachada da biblioteca. Com produção da Baluart e apoio do Governo da Bahia, por meio do edital Matilde Matos e do Fundo de Cultura, a exposição celebra a riqueza cultural dessa importante manifestação popular.
A exposição fotográfica ‘Caboclos de Itaparica’ apresenta o trabalho do coletivo Galeria do Olhar – Gal Meirelles, Paulo Lima, Patrícia Carmo e Armando Correia Ribeiro –, que retratou o grupo ‘Os Guaranis’, guardião da festa do Caboclo Tupinambá, celebrada anualmente em 7 de janeiro em Itaparica, em homenagem à independência da Bahia e do Brasil. A curadoria da exposição é de Justino Marinho. A mostra ocupou as ruas e praças de Itaparica com painéis fotográficos e também foi exibida na Biblioteca Juracy Magalhães Júnior. Em seguida, foi apresentada na galeria Pierre Verger, acompanhada do vídeo ‘A Exaltação Festiva da Mestiçagem, Os Caboclos de Itaparica’, um bate-papo e uma performance de videomapping na fachada da biblioteca. Com produção da Baluart e apoio do Governo da Bahia, por meio do edital Matilde Matos e do Fundo de Cultura, a exposição celebra a riqueza cultural dessa importante manifestação popular.
O Acervo Batatinha – Direito de Sambar é uma plataforma digital criada em homenagem ao sambista baiano Batatinha (1924-1997). Conhecido como “o diplomata do samba,” Batatinha é exaltado por Paulinho da Viola, que o coloca “ao lado de Cartola e Nelson Cavaquinho, no nível da poesia popular mais pura.”
O site preserva a obra do artista, que influenciou nomes como Caetano Veloso e Chico Buarque, e inclui o songbook digital Batatinha e o Direito de Sambar, além de um vasto acervo com fonogramas, documentos, histórias dos discos e links para materiais adicionais, tornando-se uma verdadeira roda de samba virtual dedicada ao legado de Batatinha.
O lançamento aconteceu com uma roda de samba especial que reuniu artistas como Mateus Aleluia, Riachão, Gabriel da Penha, Pedro Abib, Juliana Ribeiro, Laia Gaiatta e Orquestra Sambagolá. Esse projeto foi realizado com o apoio da família do artista e financiamento do Natura Musical através do Fazcultura.
O Acervo Batatinha – Direito de Sambar é uma plataforma digital criada em homenagem ao sambista baiano Batatinha (1924-1997). Conhecido como “o diplomata do samba,” Batatinha é exaltado por Paulinho da Viola, que o coloca “ao lado de Cartola e Nelson Cavaquinho, no nível da poesia popular mais pura.”
O site preserva a obra do artista, que influenciou nomes como Caetano Veloso e Chico Buarque, e inclui o songbook digital Batatinha e o Direito de Sambar, além de um vasto acervo com fonogramas, documentos, histórias dos discos e links para materiais adicionais, tornando-se uma verdadeira roda de samba virtual dedicada ao legado de Batatinha.
O lançamento aconteceu com uma roda de samba especial que reuniu artistas como Mateus Aleluia, Riachão, Gabriel da Penha, Pedro Abib, Juliana Ribeiro, Laia Gaiatta e Orquestra Sambagolá. Esse projeto foi realizado com o apoio da família do artista e financiamento do Natura Musical através do Fazcultura.
O Pós-Lida’ é um recital de poesia (e alguma prosa) que une poesia e prosa em abordagens que vão desde a leitura até oralizações próximas das técnicas musicais, com amplo uso de recursos tecnológicos. Realizado quinzenalmente, sempre às quintas-feiras, às 19h30, com entrada franca, o Pós Lida ocorreu em diversos pontos culturais da cidade. Conduzido pelo poeta James Martins, cada edição conta com um convidado presencial, um virtual e um espaço aberto para o público debater ou declamar seus escritos. Nomes como Aldo Brizzi, Leitieres Leite, Rogério Duarte, Arrigo Barnabé, Lúcio Agra, Carlos Rennó, Karina Rabinovitz, Arlete Soares, entre outros, marcaram presença nos saraus.
O Pós-Lida’ é um recital de poesia (e alguma prosa) que une poesia e prosa em abordagens que vão desde a leitura até oralizações próximas das técnicas musicais, com amplo uso de recursos tecnológicos. Realizado quinzenalmente, sempre às quintas-feiras, às 19h30, com entrada franca, o Pós Lida ocorreu em diversos pontos culturais da cidade. Conduzido pelo poeta James Martins, cada edição conta com um convidado presencial, um virtual e um espaço aberto para o público debater ou declamar seus escritos. Nomes como Aldo Brizzi, Leitieres Leite, Rogério Duarte, Arrigo Barnabé, Lúcio Agra, Carlos Rennó, Karina Rabinovitz, Arlete Soares, entre outros, marcaram presença nos saraus.
Idealizado pela VPC – Cinema e Vídeo, o VIII e IX Festival Cine Futuro – Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual ocorreram em 2012 no Teatro Castro Alves e em 2015 no Complexo de Cinema Glauber Rocha e no Espaço Cultural da Barroquinha, com coordenação de produção da Baluart. O SEMCINE já foi considerado o maior festival de cinema da Bahia, destacando-se por trazer grandes nomes como Helena Ignez, Ney Matogrosso, Cassio Starling, Edino Krieger, Walter Carvalho, Emir Sader, entre outros. O evento foi patrocinado pelo FCBA, CHESF (Fazcultura) e ANCINE.
Idealizado pela VPC – Cinema e Vídeo, o VIII e IX Festival Cine Futuro – Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual ocorreram em 2012 no Teatro Castro Alves e em 2015 no Complexo de Cinema Glauber Rocha e no Espaço Cultural da Barroquinha, com coordenação de produção da Baluart. O SEMCINE já foi considerado o maior festival de cinema da Bahia, destacando-se por trazer grandes nomes como Helena Ignez, Ney Matogrosso, Cassio Starling, Edino Krieger, Walter Carvalho, Emir Sader, entre outros. O evento foi patrocinado pelo FCBA, CHESF (Fazcultura) e ANCINE.
A carreira solo da sambista e pesquisadora Juliana Ribeiro teve início em 2007 e é marcada por apresentações em importantes palcos, como o Teatro Castro Alves, SESC, SESI, Livraria Cultura – Eva Herz, Teatro IRDEB, Parque da Cidade, o Réveillon no Farol da Barra, Música no Porto, além dos Largos e Praças do Pelourinho, do Bloco Afro Ilê Aiyê, e dos trios elétricos Amor e Paixão, Soweto, e da Parada Gay de Salvador. A Baluart foi responsável pela gravação e lançamento de seu primeiro álbum, Amarelo, e também desenvolveu os projetos Cantando com os Compositores e uma turnê que passou por diversas cidades dentro e fora da Bahia.
A carreira solo da sambista e pesquisadora Juliana Ribeiro teve início em 2007 e é marcada por apresentações em importantes palcos, como o Teatro Castro Alves, SESC, SESI, Livraria Cultura – Eva Herz, Teatro IRDEB, Parque da Cidade, o Réveillon no Farol da Barra, Música no Porto, além dos Largos e Praças do Pelourinho, do Bloco Afro Ilê Aiyê, e dos trios elétricos Amor e Paixão, Soweto, e da Parada Gay de Salvador. A Baluart foi responsável pela gravação e lançamento de seu primeiro álbum, Amarelo, e também desenvolveu os projetos Cantando com os Compositores e uma turnê que passou por diversas cidades dentro e fora da Bahia.
O projeto “Meu Lugar Vê o Mundo” capacitou 200 jovens de 15 a 24 anos da Ilha de Maré em fotografia, com 10 oficinas nas comunidades de Botelho, Neves, Itamoabo, Santana, Praia Grande, Porto Cavalo, Paripe, além de Candeias e Caboto. Ministrado por Gal Meirelles, Paulo Lima e Péricles Mendes, o projeto culminou em uma exposição gratuita a céu aberto e gerou um acervo de cerca de 20.000 imagens. O projeto também mantém um blog onde as fotos podem ser vistas e adquiridas, revertendo os valores para as famílias dos jovens fotógrafos.
Realizado pela Baluart e com patrocínio da Petrobras, o projeto contou ainda com o apoio da UFBA, UEFS e apoio institucional do Instituto Federal da Bahia (IFBA) e de pesquisadores ligados ao Projeto Baía de Todos os Santos/FAPESB.
O projeto “Meu Lugar Vê o Mundo” capacitou 200 jovens de 15 a 24 anos da Ilha de Maré em fotografia, com 10 oficinas nas comunidades de Botelho, Neves, Itamoabo, Santana, Praia Grande, Porto Cavalo, Paripe, além de Candeias e Caboto. Ministrado por Gal Meirelles, Paulo Lima e Péricles Mendes, o projeto culminou em uma exposição gratuita a céu aberto e gerou um acervo de cerca de 20.000 imagens. O projeto também mantém um blog onde as fotos podem ser vistas e adquiridas, revertendo os valores para as famílias dos jovens fotógrafos.
Realizado pela Baluart e com patrocínio da Petrobras, o projeto contou ainda com o apoio da UFBA, UEFS e apoio institucional do Instituto Federal da Bahia (IFBA) e de pesquisadores ligados ao Projeto Baía de Todos os Santos/FAPESB.
Entre 2011 e 2014, a Baluart colaborou com o Pouso da Palavra, um importante centro cultural de Cachoeira (BA). Por meio de editais públicos, realizamos a revitalização do espaço e o resgate e organização do acervo do poeta-fotógrafo Damário Dacruz, criador do espaço. Esse trabalho culminou na produção de um website e na exposição “A poesia pede passagem”, que transformou a cidade em uma galeria a céu aberto, com a exibição de mais de 30 poemas de Damário em postes, carrinhos de pipoca e outros locais. Em 2012, com a inscrição no Edital Mais Cultura do Ministério da Cultura, o Pouso da Palavra foi oficialmente reconhecido como um “Ponto de Leitura”, com o objetivo de fortalecer, estimular e incentivar a leitura na região do Recôncavo baiano.
Entre 2011 e 2014, a Baluart colaborou com o Pouso da Palavra, um importante centro cultural de Cachoeira (BA). Por meio de editais públicos, realizamos a revitalização do espaço e o resgate e organização do acervo do poeta-fotógrafo Damário Dacruz, criador do espaço. Esse trabalho culminou na produção de um website e na exposição “A poesia pede passagem”, que transformou a cidade em uma galeria a céu aberto, com a exibição de mais de 30 poemas de Damário em postes, carrinhos de pipoca e outros locais. Em 2012, com a inscrição no Edital Mais Cultura do Ministério da Cultura, o Pouso da Palavra foi oficialmente reconhecido como um “Ponto de Leitura”, com o objetivo de fortalecer, estimular e incentivar a leitura na região do Recôncavo baiano.
Nos anos de 2010, 2013 e 2015, a Baluart Projetos Culturais, em parceria com o Coletivo Osso, promoveu o projeto MOLA – Mostra Osso Latino-Americana de Performances Urbanas em sítios históricos da Bahia: Pelourinho, Costa do Descobrimento e Chapada Diamantina. Em cada edição, reunimos performers latino-americanos para uma residência artística e a realização de intervenções performáticas nas ruas. No total, mais de 30 artistas de diferentes países, como Peru, Equador, Argentina, Colômbia, Venezuela e Brasil, realizaram mais de 50 performances.
Nos anos de 2010, 2013 e 2015, a Baluart Projetos Culturais, em parceria com o Coletivo Osso, promoveu o projeto MOLA – Mostra Osso Latino-Americana de Performances Urbanas em sítios históricos da Bahia: Pelourinho, Costa do Descobrimento e Chapada Diamantina. Em cada edição, reunimos performers latino-americanos para uma residência artística e a realização de intervenções performáticas nas ruas. No total, mais de 30 artistas de diferentes países, como Peru, Equador, Argentina, Colômbia, Venezuela e Brasil, realizaram mais de 50 performances.
Uma fusão de arte, tecnologia e ocupação de espaços públicos para criar experiências inovadoras. Este é o SSA Mapping, um festival internacional que nasce da essência de Salvador — sua gente, cores, ritmo e memórias — e se expande além da cidade. Após cinco edições consolidadas no calendário cultural, o festival amplia suas fronteiras com o BA Mapping, em Itaparica, e o SE Mapping, em Sergipe. Patrocinado por esferas públicas e privadas via leis de incentivo, já recebeu o apoio de instituições como NUBANK, Oi Futuro e Prefeitura de Salvador — parceria que resultou na curadoria e direção artística do videomapping do Natal da cidade em 2023 e 2024.
Uma fusão de arte, tecnologia e ocupação de espaços públicos para criar experiências inovadoras. Este é o SSA Mapping, um festival internacional que nasce da essência de Salvador — sua gente, cores, ritmo e memórias — e se expande além da cidade. Após cinco edições consolidadas no calendário cultural, o festival amplia suas fronteiras com o BA Mapping, em Itaparica, e o SE Mapping, em Sergipe. Patrocinado por esferas públicas e privadas via leis de incentivo, já recebeu o apoio de instituições como NUBANK, Oi Futuro e Prefeitura de Salvador — parceria que resultou na curadoria e direção artística do videomapping do Natal da cidade em 2023 e 2024.
Edição do icónico festival de música RECBEAT em Salvador. Realizado com patrocínio da Oi Futuro e da Cervejaria Heineken via Fazcultura. Provocamos encontro de nomes da música contemporânea de Pernambuco e Bahia, a exemplo de Jossyara (PE) com Martins (BA), Johnny Hooker (PE) com Nêssa (BA) e Melly (BA)com Joyce Alane(PE).
Edição do icónico festival de música RECBEAT em Salvador. Realizado com patrocínio da Oi Futuro e da Cervejaria Heineken via Fazcultura. Provocamos encontro de nomes da música contemporânea de Pernambuco e Bahia, a exemplo de Jossyara (PE) com Martins (BA), Johnny Hooker (PE) com Nêssa (BA) e Melly (BA)com Joyce Alane(PE).
O curso virtual “Laboratório Rumpilezzinho – Uma Metodologia de Letieres Leite” tem como finalidade disseminar metodologias de análise e estudo musical desenvolvidas no método Universo Percussivo Baiano (UPB), idealizado pelo maestro e educador Letieres Leite (1959–2021). Voltado a jovens músicos e profissionais, o Programa Rumpilezzinho promove a pesquisa das matrizes musicais e culturais afro-brasileiras, com o propósito de compartilhar conhecimentos, expandir referências artísticas e culturais, qualificar jovens musicistas como sujeitos de memória e potencial profissional para inserção no mercado.
Este projeto foi realizado sob a liderança da colaboradora Lívia Cunha, representando a Baluart Produtora, e contou com o patrocínio da TAG – Transportadora Associada de Gás Natural, Natura Musical e o apoio do Governo do Estado da Bahia, através do Fazcultura, SECULTBA e Secretaria da Fazenda.
O curso virtual “Laboratório Rumpilezzinho – Uma Metodologia de Letieres Leite” tem como finalidade disseminar metodologias de análise e estudo musical desenvolvidas no método Universo Percussivo Baiano (UPB), idealizado pelo maestro e educador Letieres Leite (1959–2021). Voltado a jovens músicos e profissionais, o Programa Rumpilezzinho promove a pesquisa das matrizes musicais e culturais afro-brasileiras, com o propósito de compartilhar conhecimentos, expandir referências artísticas e culturais, qualificar jovens musicistas como sujeitos de memória e potencial profissional para inserção no mercado.
Este projeto foi realizado sob a liderança da colaboradora Lívia Cunha, representando a Baluart Produtora, e contou com o patrocínio da TAG – Transportadora Associada de Gás Natural, Natura Musical e o apoio do Governo do Estado da Bahia, através do Fazcultura, SECULTBA e Secretaria da Fazenda.
Em 2019, o projeto InstruMentes revitalizou o Coaty, transformando-o em um núcleo de experimentação sonora. Após três anos fechado, o espaço reabriu com uma programação que incluiu residências artísticas, oficinas, exposições interativas e apresentações abertas. Seis artistas de quatro estados brasileiros participaram de residências, criando instalações sonoras site-specific. A exposição resultante atraiu mais de 1.500 visitantes, incluindo 500 alunos de escolas públicas e projetos sociais, além de ser documentada em uma websérie de três episódios disponível no YouTube.
O projeto também ofereceu oficinas a mais de 60 jovens de iniciativas como Projeto Axé, Didá, Rumpilezzinho, Quabales, Pracatum e NEOJIBA, e promoveu apresentações com 50 artistas locais e convidados, reunindo mais de 1.350 pessoas. Financiado pelo Rumos Itaú Cultural e pela Fundação Gregório de Matos, o InstruMentes reforçou a importância da experimentação sonora, da mediação cultural e da ocupação criativa de espaços culturais.
Em 2019, o projeto InstruMentes revitalizou o Coaty, transformando-o em um núcleo de experimentação sonora. Após três anos fechado, o espaço reabriu com uma programação que incluiu residências artísticas, oficinas, exposições interativas e apresentações abertas. Seis artistas de quatro estados brasileiros participaram de residências, criando instalações sonoras site-specific. A exposição resultante atraiu mais de 1.500 visitantes, incluindo 500 alunos de escolas públicas e projetos sociais, além de ser documentada em uma websérie de três episódios disponível no YouTube.
O projeto também ofereceu oficinas a mais de 60 jovens de iniciativas como Projeto Axé, Didá, Rumpilezzinho, Quabales, Pracatum e NEOJIBA, e promoveu apresentações com 50 artistas locais e convidados, reunindo mais de 1.350 pessoas. Financiado pelo Rumos Itaú Cultural e pela Fundação Gregório de Matos, o InstruMentes reforçou a importância da experimentação sonora, da mediação cultural e da ocupação criativa de espaços culturais.
A produtora Gameleira Artes Integradas idealizou e convidou a Baluart Produtora para trazer à cena baiana o “Tristes, Loucas e Más: Festival de Mulheres em Cena”, com o objetivo de difundir e estimular a produção cênica contemporânea de artistas mulheres da Bahia. Em 2017, o festival contou com uma programação gratuita que incluiu oficinas, apresentações de 14 solos, conversas temáticas e um espaço de convivência, realizadas na Casa Benin, nas ruas do Centro Histórico de Salvador, no Centro Cultural Barroquinha e no Teatro Gregório de Mattos.
Patrocinado pela CAIXA, através do Programa Caixa de Apoio a Festivais de Teatro e Dança 2017, o evento teve como inspiração o livro Tristes, Loucas e Más – A História das Mulheres e seus Médicos desde 1800, da escritora polaca Lisa Appignanesi, que aborda a construção histórica da relação entre mulheres e a psiquiatria. O festival foi concebido como um ato político de visibilidade para as mulheres, destacando o potencial transformador das poéticas e temáticas presentes nas produções artísticas femininas.
A produtora Gameleira Artes Integradas idealizou e convidou a Baluart Produtora para trazer à cena baiana o “Tristes, Loucas e Más: Festival de Mulheres em Cena”, com o objetivo de difundir e estimular a produção cênica contemporânea de artistas mulheres da Bahia. Em 2017, o festival contou com uma programação gratuita que incluiu oficinas, apresentações de 14 solos, conversas temáticas e um espaço de convivência, realizadas na Casa Benin, nas ruas do Centro Histórico de Salvador, no Centro Cultural Barroquinha e no Teatro Gregório de Mattos.
Patrocinado pela CAIXA, através do Programa Caixa de Apoio a Festivais de Teatro e Dança 2017, o evento teve como inspiração o livro Tristes, Loucas e Más – A História das Mulheres e seus Médicos desde 1800, da escritora polaca Lisa Appignanesi, que aborda a construção histórica da relação entre mulheres e a psiquiatria. O festival foi concebido como um ato político de visibilidade para as mulheres, destacando o potencial transformador das poéticas e temáticas presentes nas produções artísticas femininas.
Em 2017, o primeiro aniversário da reinauguração da Concha Acústica do Teatro Castro Alves foi celebrado com o show “Estratosférica” de Gal Costa. O repertório incluiu grandes sucessos da cantora, como “Vapor Barato”, “Pérola Negra”, “Como 2 e 2” e “Meu Nome é Gal”, além de canções do álbum “Estratosférica”, lançado em 2015. O disco traz composições inéditas de novos nomes, como Marcelo Camelo, Mallu Magalhães e Criolo, e de artistas consagrados, como Tom Zé, Milton Nascimento e Caetano Veloso. Antes de Gal Costa, subiram ao palco a DJ Nara Gil, com suas pick-ups, e a cantora Márcia Castro, representando a nova geração. A realização do evento foi da Baluart Produtora e 2Associadas, com apoio da Bahiatursa.
Em 2017, o primeiro aniversário da reinauguração da Concha Acústica do Teatro Castro Alves foi celebrado com o show “Estratosférica” de Gal Costa. O repertório incluiu grandes sucessos da cantora, como “Vapor Barato”, “Pérola Negra”, “Como 2 e 2” e “Meu Nome é Gal”, além de canções do álbum “Estratosférica”, lançado em 2015. O disco traz composições inéditas de novos nomes, como Marcelo Camelo, Mallu Magalhães e Criolo, e de artistas consagrados, como Tom Zé, Milton Nascimento e Caetano Veloso. Antes de Gal Costa, subiram ao palco a DJ Nara Gil, com suas pick-ups, e a cantora Márcia Castro, representando a nova geração. A realização do evento foi da Baluart Produtora e 2Associadas, com apoio da Bahiatursa.
Por meio do edital Agitação Cultural, promovido pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SECULT) em parceria com o Centro de Cultura e Ética Mirante do Solar, realizamos o Festival Ilha da Música no Mirante do Solar. Entre janeiro e junho de 2016, o evento teve dez edições, destacando músicos baianos como Bule-Bule, Roberto Mendes, Jana Vasconcellos, João Omar, o grupo feirense Quaternária, Tito Pereira, a banda Saggaroots, o Grupo Pirombeira, Matita Perê, Skanibais e a dupla Jana Vasconcellos e Priscila Magalhães.
Por meio do edital Agitação Cultural, promovido pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SECULT) em parceria com o Centro de Cultura e Ética Mirante do Solar, realizamos o Festival Ilha da Música no Mirante do Solar. Entre janeiro e junho de 2016, o evento teve dez edições, destacando músicos baianos como Bule-Bule, Roberto Mendes, Jana Vasconcellos, João Omar, o grupo feirense Quaternária, Tito Pereira, a banda Saggaroots, o Grupo Pirombeira, Matita Perê, Skanibais e a dupla Jana Vasconcellos e Priscila Magalhães.
O Sonora – Ciclo Internacional de Compositoras é um festival que destaca o protagonismo feminino na música, promovendo a valorização de mulheres como compositoras, intérpretes e criadoras. O festival foi criado a partir da hashtag #mulherescriando, idealizada pela compositora mineira Deh Mussulini, com o objetivo de divulgar o trabalho autoral de mulheres e conectar artistas ao redor do mundo, promovendo a diversidade de gêneros e estilos musicais.
Realizado de forma independente, o Sonora aconteceu em 2016 em 20 cidades de diferentes países, como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Buenos Aires, Lisboa, Barcelona e Dublin. Em Salvador, a programação contou com apresentações de compositoras como Alexandra, Aline Lobo, Emillie Lapa, Mo Maiê, Zinha Franco, Verona Reis, Jadsa Castro, Seraina Gratwohl, Laila Rosa, Josyara, Ana Luisa Barral, Neila Kadhi, Aline Falcão e Camila Jatobá. Os shows foram realizados em duplas, que interpretaram canções autorais com arranjos criados especialmente para o festival. Cada apresentação teve a participação de artistas convidados, e o encerramento ofereceu um palco aberto para compositoras que desejaram compartilhar seus trabalhos.
O Sonora – Ciclo Internacional de Compositoras é um festival que destaca o protagonismo feminino na música, promovendo a valorização de mulheres como compositoras, intérpretes e criadoras. O festival foi criado a partir da hashtag #mulherescriando, idealizada pela compositora mineira Deh Mussulini, com o objetivo de divulgar o trabalho autoral de mulheres e conectar artistas ao redor do mundo, promovendo a diversidade de gêneros e estilos musicais.
Realizado de forma independente, o Sonora aconteceu em 2016 em 20 cidades de diferentes países, como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Buenos Aires, Lisboa, Barcelona e Dublin. Em Salvador, a programação contou com apresentações de compositoras como Alexandra, Aline Lobo, Emillie Lapa, Mo Maiê, Zinha Franco, Verona Reis, Jadsa Castro, Seraina Gratwohl, Laila Rosa, Josyara, Ana Luisa Barral, Neila Kadhi, Aline Falcão e Camila Jatobá. Os shows foram realizados em duplas, que interpretaram canções autorais com arranjos criados especialmente para o festival. Cada apresentação teve a participação de artistas convidados, e o encerramento ofereceu um palco aberto para compositoras que desejaram compartilhar seus trabalhos.
O Acervo Batatinha – Direito de Sambar é uma plataforma digital criada em homenagem ao sambista baiano Batatinha (1924-1997). Conhecido como “o diplomata do samba,” Batatinha é exaltado por Paulinho da Viola, que o coloca “ao lado de Cartola e Nelson Cavaquinho, no nível da poesia popular mais pura.”
O site preserva a obra do artista, que influenciou nomes como Caetano Veloso e Chico Buarque, e inclui o songbook digital Batatinha e o Direito de Sambar, além de um vasto acervo com fonogramas, documentos, histórias dos discos e links para materiais adicionais, tornando-se uma verdadeira roda de samba virtual dedicada ao legado de Batatinha.
O lançamento aconteceu com uma roda de samba especial que reuniu artistas como Mateus Aleluia, Riachão, Gabriel da Penha, Pedro Abib, Juliana Ribeiro, Laia Gaiatta e Orquestra Sambagolá. Esse projeto foi realizado com o apoio da família do artista e financiamento do Natura Musical através do Fazcultura.
O Acervo Batatinha – Direito de Sambar é uma plataforma digital criada em homenagem ao sambista baiano Batatinha (1924-1997). Conhecido como “o diplomata do samba,” Batatinha é exaltado por Paulinho da Viola, que o coloca “ao lado de Cartola e Nelson Cavaquinho, no nível da poesia popular mais pura.”
O site preserva a obra do artista, que influenciou nomes como Caetano Veloso e Chico Buarque, e inclui o songbook digital Batatinha e o Direito de Sambar, além de um vasto acervo com fonogramas, documentos, histórias dos discos e links para materiais adicionais, tornando-se uma verdadeira roda de samba virtual dedicada ao legado de Batatinha.
O lançamento aconteceu com uma roda de samba especial que reuniu artistas como Mateus Aleluia, Riachão, Gabriel da Penha, Pedro Abib, Juliana Ribeiro, Laia Gaiatta e Orquestra Sambagolá. Esse projeto foi realizado com o apoio da família do artista e financiamento do Natura Musical através do Fazcultura.
A carreira solo da sambista e pesquisadora Juliana Ribeiro teve início em 2007 e é marcada por apresentações em importantes palcos, como o Teatro Castro Alves, SESC, SESI, Livraria Cultura – Eva Herz, Teatro IRDEB, Parque da Cidade, o Réveillon no Farol da Barra, Música no Porto, além dos Largos e Praças do Pelourinho, do Bloco Afro Ilê Aiyê, e dos trios elétricos Amor e Paixão, Soweto, e da Parada Gay de Salvador. A Baluart foi responsável pela gravação e lançamento de seu primeiro álbum, Amarelo, e também desenvolveu os projetos Cantando com os Compositores e uma turnê que passou por diversas cidades dentro e fora da Bahia.
A carreira solo da sambista e pesquisadora Juliana Ribeiro teve início em 2007 e é marcada por apresentações em importantes palcos, como o Teatro Castro Alves, SESC, SESI, Livraria Cultura – Eva Herz, Teatro IRDEB, Parque da Cidade, o Réveillon no Farol da Barra, Música no Porto, além dos Largos e Praças do Pelourinho, do Bloco Afro Ilê Aiyê, e dos trios elétricos Amor e Paixão, Soweto, e da Parada Gay de Salvador. A Baluart foi responsável pela gravação e lançamento de seu primeiro álbum, Amarelo, e também desenvolveu os projetos Cantando com os Compositores e uma turnê que passou por diversas cidades dentro e fora da Bahia.
O projeto ‘Percursos da Leitura na Bahia’, coordenado pelo Coletivo Oxe, realizou um mapeamento inédito das ações de incentivo à leitura em todo o estado, com o objetivo de reunir e difundir iniciativas voltadas à promoção da leitura, do livro e da literatura. Foram mapeados 89 projetos, instituições e agentes que contribuem para a cadeia produtiva do livro e da leitura em 21 territórios baianos. Desses, 12 foram selecionados para participar do I Festival de Leitura na Bahia, realizado de forma online, com atividades de formação, fruição e difusão da leitura. O projeto é desenvolvido em parceria com o Coletivo Oxe – Leitura Baiana Contemporânea e o IFBA – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, com patrocínio via Lei Aldir Blanc.
O projeto ‘Percursos da Leitura na Bahia’, coordenado pelo Coletivo Oxe, realizou um mapeamento inédito das ações de incentivo à leitura em todo o estado, com o objetivo de reunir e difundir iniciativas voltadas à promoção da leitura, do livro e da literatura. Foram mapeados 89 projetos, instituições e agentes que contribuem para a cadeia produtiva do livro e da leitura em 21 territórios baianos. Desses, 12 foram selecionados para participar do I Festival de Leitura na Bahia, realizado de forma online, com atividades de formação, fruição e difusão da leitura. O projeto é desenvolvido em parceria com o Coletivo Oxe – Leitura Baiana Contemporânea e o IFBA – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, com patrocínio via Lei Aldir Blanc.
O Pós-Lida’ é um recital de poesia (e alguma prosa) que une poesia e prosa em abordagens que vão desde a leitura até oralizações próximas das técnicas musicais, com amplo uso de recursos tecnológicos. Realizado quinzenalmente, sempre às quintas-feiras, às 19h30, com entrada franca, o Pós Lida ocorreu em diversos pontos culturais da cidade. Conduzido pelo poeta James Martins, cada edição conta com um convidado presencial, um virtual e um espaço aberto para o público debater ou declamar seus escritos. Nomes como Aldo Brizzi, Leitieres Leite, Rogério Duarte, Arrigo Barnabé, Lúcio Agra, Carlos Rennó, Karina Rabinovitz, Arlete Soares, entre outros, marcaram presença nos saraus.
O Pós-Lida’ é um recital de poesia (e alguma prosa) que une poesia e prosa em abordagens que vão desde a leitura até oralizações próximas das técnicas musicais, com amplo uso de recursos tecnológicos. Realizado quinzenalmente, sempre às quintas-feiras, às 19h30, com entrada franca, o Pós Lida ocorreu em diversos pontos culturais da cidade. Conduzido pelo poeta James Martins, cada edição conta com um convidado presencial, um virtual e um espaço aberto para o público debater ou declamar seus escritos. Nomes como Aldo Brizzi, Leitieres Leite, Rogério Duarte, Arrigo Barnabé, Lúcio Agra, Carlos Rennó, Karina Rabinovitz, Arlete Soares, entre outros, marcaram presença nos saraus.
Entre 2011 e 2014, a Baluart colaborou com o Pouso da Palavra, um importante centro cultural de Cachoeira (BA). Por meio de editais públicos, realizamos a revitalização do espaço e o resgate e organização do acervo do poeta-fotógrafo Damário Dacruz, criador do espaço. Esse trabalho culminou na produção de um website e na exposição “A poesia pede passagem”, que transformou a cidade em uma galeria a céu aberto, com a exibição de mais de 30 poemas de Damário em postes, carrinhos de pipoca e outros locais. Em 2012, com a inscrição no Edital Mais Cultura do Ministério da Cultura, o Pouso da Palavra foi oficialmente reconhecido como um “Ponto de Leitura”, com o objetivo de fortalecer, estimular e incentivar a leitura na região do Recôncavo baiano.
Entre 2011 e 2014, a Baluart colaborou com o Pouso da Palavra, um importante centro cultural de Cachoeira (BA). Por meio de editais públicos, realizamos a revitalização do espaço e o resgate e organização do acervo do poeta-fotógrafo Damário Dacruz, criador do espaço. Esse trabalho culminou na produção de um website e na exposição “A poesia pede passagem”, que transformou a cidade em uma galeria a céu aberto, com a exibição de mais de 30 poemas de Damário em postes, carrinhos de pipoca e outros locais. Em 2012, com a inscrição no Edital Mais Cultura do Ministério da Cultura, o Pouso da Palavra foi oficialmente reconhecido como um “Ponto de Leitura”, com o objetivo de fortalecer, estimular e incentivar a leitura na região do Recôncavo baiano.
O projeto Formação de VJs Baianes ofereceu duas oficinas virtuais, intituladas “Criação Visual e Intervenção Urbana”, voltadas para artistas visuais baianos ou residentes no estado. Com 20 vagas disponíveis, as oficinas atraíram inscrições de artistas de diversas áreas das artes visuais, como design, 3D, fotografia, pintura, grafite, ilustração e vídeo. Na seleção, foi dada prioridade a mulheres, pessoas LGBTQIA+ e membros de entidades de arte-educação.
A conclusão do ciclo formativo foi marcada por uma mostra itinerante no Centro Histórico de Salvador, onde as criações dos participantes foram exibidas em intervenções visuais projetadas em portas, paredes e empenas, proporcionando uma experiência imersiva na arte urbana e no resgate das memórias locais. O projeto contou com o patrocínio da Bahiagás e apoio do Governo do Estado da Bahia.
O projeto Formação de VJs Baianes ofereceu duas oficinas virtuais, intituladas “Criação Visual e Intervenção Urbana”, voltadas para artistas visuais baianos ou residentes no estado. Com 20 vagas disponíveis, as oficinas atraíram inscrições de artistas de diversas áreas das artes visuais, como design, 3D, fotografia, pintura, grafite, ilustração e vídeo. Na seleção, foi dada prioridade a mulheres, pessoas LGBTQIA+ e membros de entidades de arte-educação.
A conclusão do ciclo formativo foi marcada por uma mostra itinerante no Centro Histórico de Salvador, onde as criações dos participantes foram exibidas em intervenções visuais projetadas em portas, paredes e empenas, proporcionando uma experiência imersiva na arte urbana e no resgate das memórias locais. O projeto contou com o patrocínio da Bahiagás e apoio do Governo do Estado da Bahia.
A mostra BA Mapping, criada para celebrar o bicentenário da independência do Brasil, teve como objetivo exaltar a participação histórica do povo de Itaparica nas lutas pela emancipação do país.
A proposta incluiu a criação de um videomapping inédito, intitulado Itaparica – o Dia da Criação, desenvolvido pelo VJ Cayetano com consultoria de Felipe Brito, e projetado na fachada da Igreja do Santíssimo Sacramento.
O evento também contou com o Rolé Literário Viva o Povo Brasileiro, um passeio guiado que levou os participantes a pontos históricos da cidade, explorando a obra do escritor João Ubaldo Ribeiro e sua relação com os espaços simbólicos de Itaparica.
O projeto foi realizado com o apoio da Secretaria de Turismo e Cultura do Município de Itaparica e patrocinado pela Secretaria de Turismo da Bahia, por meio do edital 02/22.
A mostra BA Mapping, criada para celebrar o bicentenário da independência do Brasil, teve como objetivo exaltar a participação histórica do povo de Itaparica nas lutas pela emancipação do país.
A proposta incluiu a criação de um videomapping inédito, intitulado Itaparica – o Dia da Criação, desenvolvido pelo VJ Cayetano com consultoria de Felipe Brito, e projetado na fachada da Igreja do Santíssimo Sacramento.
O evento também contou com o Rolé Literário Viva o Povo Brasileiro, um passeio guiado que levou os participantes a pontos históricos da cidade, explorando a obra do escritor João Ubaldo Ribeiro e sua relação com os espaços simbólicos de Itaparica.
O projeto foi realizado com o apoio da Secretaria de Turismo e Cultura do Município de Itaparica e patrocinado pela Secretaria de Turismo da Bahia, por meio do edital 02/22.
A 3ª Bienal da Bahia, retomada após 46 anos desde sua última edição em 1968, ocorreu em 2014 com o tema “É tudo Nordeste?”. Em 100 dias de programação, o evento reuniu cerca de 150 atividades e 180 artistas baianos, brasileiros e estrangeiros, em exposições, performances, ciclos de filmes e atividades educativas, distribuídas por mais de 20 cidades da Bahia. Complementando a programação, cerca de 20 obras da mostra itinerante “No Litoral é Assim” circularam pelas cidades de Juazeiro, Alagoinhas, Feira de Santana e Vitória da Conquista, ampliando o alcance da Bienal em todo o estado. Sob a coordenação do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM) e promovida pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, em convênio com a Fundação Hansen Bahia e o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), a Bienal ocupou espaços tradicionais, como museus e centros culturais, além de locais menos convencionais, incluindo a Biblioteca Pública do Estado, universidades e diversos espaços expositivos no interior.
A 3ª Bienal da Bahia, retomada após 46 anos desde sua última edição em 1968, ocorreu em 2014 com o tema “É tudo Nordeste?”. Em 100 dias de programação, o evento reuniu cerca de 150 atividades e 180 artistas baianos, brasileiros e estrangeiros, em exposições, performances, ciclos de filmes e atividades educativas, distribuídas por mais de 20 cidades da Bahia. Complementando a programação, cerca de 20 obras da mostra itinerante “No Litoral é Assim” circularam pelas cidades de Juazeiro, Alagoinhas, Feira de Santana e Vitória da Conquista, ampliando o alcance da Bienal em todo o estado. Sob a coordenação do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM) e promovida pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, em convênio com a Fundação Hansen Bahia e o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), a Bienal ocupou espaços tradicionais, como museus e centros culturais, além de locais menos convencionais, incluindo a Biblioteca Pública do Estado, universidades e diversos espaços expositivos no interior.
A exposição fotográfica ‘Caboclos de Itaparica’ apresenta o trabalho do coletivo Galeria do Olhar – Gal Meirelles, Paulo Lima, Patrícia Carmo e Armando Correia Ribeiro –, que retratou o grupo ‘Os Guaranis’, guardião da festa do Caboclo Tupinambá, celebrada anualmente em 7 de janeiro em Itaparica, em homenagem à independência da Bahia e do Brasil. A curadoria da exposição é de Justino Marinho. A mostra ocupou as ruas e praças de Itaparica com painéis fotográficos e também foi exibida na Biblioteca Juracy Magalhães Júnior. Em seguida, foi apresentada na galeria Pierre Verger, acompanhada do vídeo ‘A Exaltação Festiva da Mestiçagem, Os Caboclos de Itaparica’, um bate-papo e uma performance de videomapping na fachada da biblioteca. Com produção da Baluart e apoio do Governo da Bahia, por meio do edital Matilde Matos e do Fundo de Cultura, a exposição celebra a riqueza cultural dessa importante manifestação popular.
A exposição fotográfica ‘Caboclos de Itaparica’ apresenta o trabalho do coletivo Galeria do Olhar – Gal Meirelles, Paulo Lima, Patrícia Carmo e Armando Correia Ribeiro –, que retratou o grupo ‘Os Guaranis’, guardião da festa do Caboclo Tupinambá, celebrada anualmente em 7 de janeiro em Itaparica, em homenagem à independência da Bahia e do Brasil. A curadoria da exposição é de Justino Marinho. A mostra ocupou as ruas e praças de Itaparica com painéis fotográficos e também foi exibida na Biblioteca Juracy Magalhães Júnior. Em seguida, foi apresentada na galeria Pierre Verger, acompanhada do vídeo ‘A Exaltação Festiva da Mestiçagem, Os Caboclos de Itaparica’, um bate-papo e uma performance de videomapping na fachada da biblioteca. Com produção da Baluart e apoio do Governo da Bahia, por meio do edital Matilde Matos e do Fundo de Cultura, a exposição celebra a riqueza cultural dessa importante manifestação popular.
O projeto “Meu Lugar Vê o Mundo” capacitou 200 jovens de 15 a 24 anos da Ilha de Maré em fotografia, com 10 oficinas nas comunidades de Botelho, Neves, Itamoabo, Santana, Praia Grande, Porto Cavalo, Paripe, além de Candeias e Caboto. Ministrado por Gal Meirelles, Paulo Lima e Péricles Mendes, o projeto culminou em uma exposição gratuita a céu aberto e gerou um acervo de cerca de 20.000 imagens. O projeto também mantém um blog onde as fotos podem ser vistas e adquiridas, revertendo os valores para as famílias dos jovens fotógrafos.
Realizado pela Baluart e com patrocínio da Petrobras, o projeto contou ainda com o apoio da UFBA, UEFS e apoio institucional do Instituto Federal da Bahia (IFBA) e de pesquisadores ligados ao Projeto Baía de Todos os Santos/FAPESB.
O projeto “Meu Lugar Vê o Mundo” capacitou 200 jovens de 15 a 24 anos da Ilha de Maré em fotografia, com 10 oficinas nas comunidades de Botelho, Neves, Itamoabo, Santana, Praia Grande, Porto Cavalo, Paripe, além de Candeias e Caboto. Ministrado por Gal Meirelles, Paulo Lima e Péricles Mendes, o projeto culminou em uma exposição gratuita a céu aberto e gerou um acervo de cerca de 20.000 imagens. O projeto também mantém um blog onde as fotos podem ser vistas e adquiridas, revertendo os valores para as famílias dos jovens fotógrafos.
Realizado pela Baluart e com patrocínio da Petrobras, o projeto contou ainda com o apoio da UFBA, UEFS e apoio institucional do Instituto Federal da Bahia (IFBA) e de pesquisadores ligados ao Projeto Baía de Todos os Santos/FAPESB.
Nos anos de 2010, 2013 e 2015, a Baluart Projetos Culturais, em parceria com o Coletivo Osso, promoveu o projeto MOLA – Mostra Osso Latino-Americana de Performances Urbanas em sítios históricos da Bahia: Pelourinho, Costa do Descobrimento e Chapada Diamantina. Em cada edição, reunimos performers latino-americanos para uma residência artística e a realização de intervenções performáticas nas ruas. No total, mais de 30 artistas de diferentes países, como Peru, Equador, Argentina, Colômbia, Venezuela e Brasil, realizaram mais de 50 performances.
Nos anos de 2010, 2013 e 2015, a Baluart Projetos Culturais, em parceria com o Coletivo Osso, promoveu o projeto MOLA – Mostra Osso Latino-Americana de Performances Urbanas em sítios históricos da Bahia: Pelourinho, Costa do Descobrimento e Chapada Diamantina. Em cada edição, reunimos performers latino-americanos para uma residência artística e a realização de intervenções performáticas nas ruas. No total, mais de 30 artistas de diferentes países, como Peru, Equador, Argentina, Colômbia, Venezuela e Brasil, realizaram mais de 50 performances.
Uma fusão de arte, tecnologia e ocupação de espaços públicos para criar experiências inovadoras. Este é o SSA Mapping, um festival internacional que nasce da essência de Salvador — sua gente, cores, ritmo e memórias — e se expande além da cidade. Após cinco edições consolidadas no calendário cultural, o festival amplia suas fronteiras com o BA Mapping, em Itaparica, e o SE Mapping, em Sergipe. Patrocinado por esferas públicas e privadas via leis de incentivo, já recebeu o apoio de instituições como NUBANK, Oi Futuro e Prefeitura de Salvador — parceria que resultou na curadoria e direção artística do videomapping do Natal da cidade em 2023 e 2024.
Uma fusão de arte, tecnologia e ocupação de espaços públicos para criar experiências inovadoras. Este é o SSA Mapping, um festival internacional que nasce da essência de Salvador — sua gente, cores, ritmo e memórias — e se expande além da cidade. Após cinco edições consolidadas no calendário cultural, o festival amplia suas fronteiras com o BA Mapping, em Itaparica, e o SE Mapping, em Sergipe. Patrocinado por esferas públicas e privadas via leis de incentivo, já recebeu o apoio de instituições como NUBANK, Oi Futuro e Prefeitura de Salvador — parceria que resultou na curadoria e direção artística do videomapping do Natal da cidade em 2023 e 2024.
O II Seminário Internacional Desfazendo Gênero, realizado entre os dias 4 e 7 de setembro de 2015 na Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Salvador, foi um marco nos debates sobre sexualidade e gênero no Brasil. Pela primeira vez, o evento trouxe ao país a renomada filósofa estadunidense Judith Butler, que realizou a conferência de abertura, consolidando o seminário como referência internacional. Com o tema “Ativismos das Dissidências Sexuais e de Gênero”, a segunda edição reuniu cerca de 1.500 pesquisadoras(es) e ativistas do Brasil e do exterior, oferecendo uma programação ampla e diversificada. O seminário contou com seis mesas redondas, 71 simpósios temáticos, 25 minicursos e 25 oficinas, além de apresentações de pôsteres, performances artísticas, música, teatro e outras atividades culturais. Esse encontro plural se destacou como um espaço de produção de saberes e reflexões sobre as múltiplas experiências dissidentes de sexualidade e gênero, reafirmando sua relevância no cenário acadêmico e ativista.
O II Seminário Internacional Desfazendo Gênero, realizado entre os dias 4 e 7 de setembro de 2015 na Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Salvador, foi um marco nos debates sobre sexualidade e gênero no Brasil. Pela primeira vez, o evento trouxe ao país a renomada filósofa estadunidense Judith Butler, que realizou a conferência de abertura, consolidando o seminário como referência internacional. Com o tema “Ativismos das Dissidências Sexuais e de Gênero”, a segunda edição reuniu cerca de 1.500 pesquisadoras(es) e ativistas do Brasil e do exterior, oferecendo uma programação ampla e diversificada. O seminário contou com seis mesas redondas, 71 simpósios temáticos, 25 minicursos e 25 oficinas, além de apresentações de pôsteres, performances artísticas, música, teatro e outras atividades culturais. Esse encontro plural se destacou como um espaço de produção de saberes e reflexões sobre as múltiplas experiências dissidentes de sexualidade e gênero, reafirmando sua relevância no cenário acadêmico e ativista.
Idealizado pela VPC – Cinema e Vídeo, o VIII e IX Festival Cine Futuro – Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual ocorreram em 2012 no Teatro Castro Alves e em 2015 no Complexo de Cinema Glauber Rocha e no Espaço Cultural da Barroquinha, com coordenação de produção da Baluart. O SEMCINE já foi considerado o maior festival de cinema da Bahia, destacando-se por trazer grandes nomes como Helena Ignez, Ney Matogrosso, Cassio Starling, Edino Krieger, Walter Carvalho, Emir Sader, entre outros. O evento foi patrocinado pelo FCBA, CHESF (Fazcultura) e ANCINE.
Idealizado pela VPC – Cinema e Vídeo, o VIII e IX Festival Cine Futuro – Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual ocorreram em 2012 no Teatro Castro Alves e em 2015 no Complexo de Cinema Glauber Rocha e no Espaço Cultural da Barroquinha, com coordenação de produção da Baluart. O SEMCINE já foi considerado o maior festival de cinema da Bahia, destacando-se por trazer grandes nomes como Helena Ignez, Ney Matogrosso, Cassio Starling, Edino Krieger, Walter Carvalho, Emir Sader, entre outros. O evento foi patrocinado pelo FCBA, CHESF (Fazcultura) e ANCINE.
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